Grupo de gestores brasileiros de foodservice em feira internacional em Chicago

Participar da The Restaurant Show em Chicago pode ser aquele divisor de águas para quem atua no foodservice. E quando pensamos nas experiências proporcionadas por uma missão internacional, o salto é ainda maior. Voltamos de 2025 convencidos: estar em grupo faz toda a diferença – e os aprendizados desse formato mudam a forma como vemos as tendências e oportunidades, principalmente para quem sonha em crescer de maneira focada e segura no setor de alimentação fora do lar.

Neste artigo, vamos mostrar por que acreditamos que ir sozinho à Restaurant Show é desperdiçar potencial de aprendizado, de foco e de tomada de decisão. Mais que apresentar novidades, Chicago se transforma em uma semana de trocas intensas, visitas a operações de ponta, curadoria prática, networking estruturado e debates entre quem compartilha o mesmo desafio no Brasil. O resultado? Inspirações que viram escolhas práticas, estratégias validadas e parceiros para o longo prazo. Queremos apresentar nossos 3 grandes motivos – os fatores que mudam tudo – para fortalecer a missão internacional de 2026. Prepare-se para repensar sua forma de participar de feiras globais.

Por que ir sozinho costuma trazer pouco resultado?

Em nossa experiência, muitos líderes do foodservice viajam sozinhos esperando grande inspiração, mas encontram uma avalanche de informação difícil de digerir: conversas rasas, visitas aleatórias e pouco aprendizado prático. Sem curadoria e objetivos claros, tudo fica solto demais – e um mar de tendências se perde ao retornar para o cotidiano agitado do negócio. Falta tempo para reflexão e para adaptar as ideias à nossa realidade.

Vendo colegas de outros setores participarem em grupo, notamos a diferença. Eles voltam com planos práticos, contatos-chave, novas parcerias e uma visão mais pé no chão do que trazer para casa. Isso se reflete também nos dados: segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária, em 2023 só a participação em feiras de alimentação gerou US$ 13,8 milhões em negócios diretos e expectativas de quase US$ 473 milhões para o futuro.

Sozinho, tudo parece gigante e confuso. Em grupo, o evento vira um passo a passo de crescimento.

Para ajudar você a ter clareza, reunimos os 3 principais diferenciais que a missão internacional traz.

1. Curadoria precisa: menos desperdício, mais aprendizado

Quem já andou pela The Restaurant Show sabe: é tanta novidade, tecnologia e experiência que até os mais disciplinados se perdem. A curadoria do grupo é o antídoto para esse excesso.

  • Escolha dos temas certos para o cenário brasileiro
  • Visitas guiadas focadas em soluções aplicáveis no Brasil
  • Contato direto com tendências já testadas
  • Encontros exclusivos com fornecedores e gestores globais

Na missão internacional, organizamos desde o Brasil uma agenda de visitas técnicas, palestras e rodas de conversa. Isso dá direção e impede o erro comum de se apaixonar por ideias que não fazem sentido para nosso contexto – algo que vimos acontecer vezes demais em visitas individuais. A programação é montada pensando no perfil de quem vai e nos desafios reais vividos aqui.

Grupo de empresários brasileiros em visita guiada na feira em Chicago

Além disso, nosso contato com empresários, gestores e consultores do setor, como na equipe Facity Sistemas, garante que toda a curadoria seja pensada para gerar resultados práticos. Ao seguir uma trilha inteligente, economizamos tempo, energia e dinheiro.

2. Aprendizado coletivo acelera resultados

Durante as missões internacionais, percebemos que o principal valor vai além das atrações da feira: está nas trocas entre os próprios empresários brasileiros. Ao discutir tendências, desafios e sucessos, criamos conexões profundas e trazemos ideias para a nossa realidade com muito mais força.

  • Validação de ideias no grupo
  • Perspectivas distintas que ampliam nossa visão
  • Discussões informais e honestas fora da programação oficial
  • Relação direta entre tendências internacionais e o dia a dia dos bares, restaurantes e lanchonetes do Brasil

Essas conversas são o diferencial para embasar decisões individuais e evitam os riscos de modismos superficiais. Nos intervalos, jantares, cafés e visitas a operações americanas, surgem soluções reais. É o momento em que a inspiração vira estratégia – muitas vezes, nas pequenas perguntas e observações espontâneas feitas no grupo.

Levar temas discutidos para nossa equipe e adaptar com apoio de colegas da missão deixa tudo mais viável. Veja outras dicas importantes para aproveitar ao máximo a feira.

3. Networking estruturado: contatos que se tornam laços

Outro ponto que faz toda diferença é o networking qualificado. Ao viajar com um grupo estruturado, aumentamos muito a qualidade dos contatos feitos – tanto com empresários nacionais quanto com internacionais. Não ficamos perdidos tentando puxar conversa com desconhecidos. Ao contrário: criamos laços profundos, com interesses alinhados e visão de futuro.

Essa rede de apoio é fundamental depois da viagem. São pessoas com quem trocamos e-mails, consultas, benchmarks e oportunidades de sociedade ou parceria. O networking permanece vivo e atua como fonte de recomendações e troca de fornecedores, práticas e tecnologias aplicáveis como as oferecidas pela Facity.

Quem lidera negócios precisa de relações estratégicas, não apenas contatos.
Empresários trocando cartões em evento foodservice

E os benefícios se estendem após o evento. Costumamos marcar reuniões online para aplicar juntos o que aprendemos, validar ações e manter a clareza estratégica – o que muda o jogo para o investimento seguro e decisões firmes. Isso faz a missão em grupo deixar de ser um custo e se transformar em um verdadeiro impulsionador de resultados.

Como será a missão internacional em 2026?

Para 2026, estamos ainda mais organizados. A agenda é planejada já no Brasil, com eventos exclusivos, trilhas de conteúdo segmentado, visitas técnicas a operações escolhidas e momentos reservados para consolidação dos aprendizados. Entendemos que não basta “ver tendências” – é preciso traduzi-las, testá-las e escolher o que realmente cabe para nossos negócios.

Essa abordagem acompanha as recomendações de órgãos oficiais e do próprio governo, como aconteceu com a participação do Brasil em grandes eventos internacionais de turismo e foodservice (veja o exemplo da Embratur e da oportunidade aberta para a THAIFEX HOREC Asia 2025). Tudo isso reforça como o contexto coletivo cria valor e abre portas.

Com eventos exclusivos, visitas a operações referência e momentos de debate guiados, estimulamos o pensamento estratégico e evitamos o desperdício de energia. Sempre buscamos criar maneiras para que aquilo que vemos se torne ação concreta – alinhado à missão da Facity de transformar negócios por meio da organização e do uso inteligente da tecnologia.

Conclusão: a missão transforma a visita em decisão

No cenário atual, liderar no foodservice pede clareza, agilidade, contatos certos e execução. A missão internacional não é custo extra, mas um investimento que retorna em visão estratégica, segurança para investir e capacidade de trazer soluções aplicáveis, valores alinhados ao propósito da Facity Sistemas.

Se você busca se antecipar ao futuro, desafiar seus concorrentes e fortalecer sua operação, não vá sozinho. Escolha estar junto, aprender em grupo e transformar tendências em decisões inteligentes. E para aprofundar ainda mais esses pontos, recomendamos a leitura do nosso conteúdo detalhado sobre os motivos para não ir sozinho à missão internacional. Conheça também nossos produtos e veja como unir solução digital e visão global pode ser a virada que o seu negócio procura.

Perguntas frequentes

O que é a Restaurant Show?

A Restaurant Show é uma das maiores feiras do setor de foodservice do mundo, realizada anualmente em Chicago. Reúne expositores, líderes do setor, fornecedores de tecnologia, equipamentos, ingredientes e soluções inovadoras para bares, restaurantes, lanchonetes e outros negócios de alimentação. O evento se destaca pela variedade de palestras, demonstrações, experiências e pela conexão direta com tendências globais.

Vale a pena ir sozinho à feira?

Na nossa experiência, ir sozinho limita o aprendizado e torna difícil transformar inspiração em ações práticas. É comum se perder entre novidades, ter conversas superficiais e não conseguir adaptar soluções ao contexto brasileiro. Missões em grupo são mais estruturadas, potencializando aproveitamento e resultados.

Quais os benefícios de ir em grupo?

Participar da missão internacional em grupo proporciona curadoria de temas relevantes, visitas guiadas, contatos estratégicos e aprendizado coletivo. O networking estruturado e as discussões práticas ampliam a troca de experiências e decisões baseadas em casos reais, favorecendo a aplicação no seu negócio.

Como participar de uma missão internacional?

Geralmente, procuramos grupos organizados por entidades do setor, consultorias ou empresas como a Facity. A missão inclui planejamento de agenda, suporte logístico, programação exclusiva e acompanhamento durante toda a viagem. As vagas costumam ser limitadas e o ideal é se informar sobre as opções com antecedência junto a organizadores de confiança.

Quais erros evitar ao visitar a Restaurant Show?

Alguns erros comuns são: não ter objetivos claros, focar apenas em novidades chamativas, dispersar tempo e energia, deixar de participar de grupos de discussão e não buscar apoio nas missões coletivas. O mais relevante é evitar o excesso de informação sem aplicação, optando por uma abordagem guiada e prática.

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