Gestores de foodservice em feira de restaurantes observando tecnologia e fazendo networking

A cada edição da The Restaurant Show, somos surpreendidos pela intensidade das transformações que o evento provoca no setor de foodservice. Não é exagero afirmar que, para quem participa, o impacto vai muito além dos dias em Chicago. O que acontece ali muda escolhas, reprioriza rotinas e deixa marcas concretas semanas e até meses depois.

Ver para crer. E transformar.

O contato direto com operações maduras, tecnologias em funcionamento real e modelos de gestão já testados nos faz enxergar o nosso próprio negócio por novos ângulos. Ao observar de perto como líderes internacionais tratam pontos como automação, controle, expansão e atendimento, passamos a tomar decisões menos impulsivas, com mais confiança e previsibilidade.

Como a experiência na The Restaurant Show altera perspectivas

A pesquisa recente “Alimentação Hoje: A Visão dos Operadores de Foodservice”, realizada pela ANR junto com a GALUNION e a ABIA, demonstra como o setor está em movimento: 58% dos operadores aumentaram o faturamento em relação a 2022, enquanto 65% tiveram foco na redução de desperdícios para contornar o aumento dos custos dos insumos (dados do estudo). Agora, imagine esse cenário cruzando com o que é apresentado na maior feira do setor.

Durante a NRA Show 2024, por exemplo, mais de 58 mil profissionais de 124 países compartilharam aprendizados e construíram novas pontes de colaboração (evento internacional).

Profissionais de restaurantes em rodada de networking na feira em Chicago

Participar desse ambiente muda radicalmente nossas referências. Não levamos para casa apenas tendências vagas: o verdadeiro legado está em saber filtrar o que faz sentido, adaptar se necessário, e principalmente, abandonar iniciativas que só roubam tempo e energia.

7 mudanças estratégicas que ficam após a The Restaurant Show

Listamos as principais rupturas que participamos, e, mais do que isso, aplicamos logo após o evento em empresas que atendemos, como a Facity, especializada em soluções para bares e restaurantes. Essas mudanças seguem muito vivas em nossas discussões com gestores do Brasil inteiro:

  • Clareza sobre prioridades. Após viver o fluxo dos negócios mais avançados do mundo, fica muito mais claro onde cada real, hora e esforço precisa ser colocado. Planos mirabolantes são trocados por trilhas simples e assertivas.
  • Redução das decisões impulsivas. Quando retorno ao Brasil, a sensação é de que agora temos critérios sólidos. O imediato cede lugar ao que serve de verdade para a estratégia da empresa.
  • Menos modismos, mais práticas validadas. Aquilo que parecia tendência ganha filtros: fica evidente o que deve entrar, o que precisa ser adaptado e o que simplesmente não serve para nossa realidade.
  • Mudança total no networking. O contato, que antes era acúmulo passivo de cartões, vira parte ativa de uma rede contínua. Conversas profundas com brasileiros e estrangeiros ajudam a validar hipóteses, testar soluções e aprender em meses o que normalmente levaria anos.
  • Gestão com referências sólidas. As comparações passam a ser mais realistas, tirando dúvidas estruturais sobre tecnologias, processos, expansão e escolha de fornecedores.
  • Expansão do repertório gerencial. Ver modelos escaláveis e sistemas robustos de gestão, como os integrados da Facity, amplia nosso horizonte e mostra que é possível crescer de forma organizada e sustentável.
  • Direção clara para crescer e inovar. O retorno ao trabalho não traz aquela avalanche de “100 ideias para aplicar”, e sim uma lista definida do que realmente faz sentido priorizar. Sabemos também o que NÃO deve ser feito agora, maturidade que é ainda mais difícil de construir sozinho.

Nesse ritmo, cada decisão pós-evento tem um peso diferente, seja para renovar cardápios, automatizar processos ou adotar soluções inteligentes de gestão. Em nossa experiência, os ganhos são muito práticos: recebimento de pedidos online, rotina de caixa controlada em tempo real, ou integração certeira com meios de pagamento já mostram ganhos diretos ainda nos primeiros meses, alinhando com tendências vistas lá fora. Para quem busca exemplos, detalhamos algumas dessas estratégias no artigo sobre estratégias do foodservice após a Restaurant Show.

A transformação na forma de tomar decisões

O maior salto, no entanto, não está no cenário físico ou tecnológico, mas sim no mental. Os limites do que era “possível” mudam. Quando presenciamos inovações que já giram em escala, como a automação total do salão, integração via WhatsApp ou impressão avançada de comandas, ficamos mais conscientes dos próprios gargalos e das vantagens de investir em soluções preparadas, como a plataforma da Facity.

As referências não são mais vagas. Conseguimos comparar, com base em números e exemplos, o que funciona e o que é apenas promessa. Isso evita investimentos precipitados e acelera o crescimento real.

Confiança na escolha faz toda a diferença.

Networking: uma rede viva e estratégica

Segundo dados do evento internacional, o networking nunca foi tão intenso para brasileiros quanto em 2024. Oportunidades de trocar aprendizados com operadores de outros estados, e até de outros continentes, passam a fazer parte do nosso dia a dia pós-evento. Essas relações mudam tudo, porque resultam em aprendizado rápido, validação de ideias e até abertura de parcerias e negócios.

Equipe de restaurante usando dispositivos digitais para gestão

Já tivemos experiências em que discussões feitas numa mesa em Chicago evoluíram, poucas semanas depois, para planos de capacitação, adaptações de menu e revisões inteiras do ciclo de atendimento.

Expansão, tecnologia e foco em crescimento

O estudo da Redirection International aponta que o foodservice brasileiro deve crescer 7% ao ano até 2028, superando a média histórica dos últimos anos (dados sobre crescimento).

Esse ritmo exige preparo, comparação internacional e ferramentas que permitam controlar as mudanças. Propostas amplas e pouco práticas perdem espaço. Ganha quem sabe filtrar oportunidades, adaptar princípios e priorizar crescimento sustentável, seja em uma pequena hamburgueria, seja em redes emergentes.

Por isso, defendemos que o aprendizado vindo dessas missões internacionais precisa estar na base da estratégia de cada negócio. O que começou como simples visita à feira já está, hoje, sendo planejado de forma muito mais organizada e direcionada para 2026, com preparação no Brasil, curadoria de conteúdos e roteiros que aceleram transformações, como detalhamos no nosso artigo sobre mudanças estratégicas no foodservice.

Conclusão: Mudança de repertório, não só de ideias

Participar da The Restaurant Show não é apenas sobre sair com novas ferramentas ou modas. O real valor está em voltar com prioridades claras, com critérios para investir, e descartar, e com um círculo de relacionamentos estratégicos pronto para encurtar seu caminho nos anos seguintes. O impacto vai muito além de Chicago: ele muda o jeito de liderar, pensar e crescer no foodservice no Brasil.

Não se trata de respostas prontas, mas de clareza e direção para inovar.

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Perguntas frequentes

O que muda no foodservice em 2024?

Em 2024, o foodservice brasileiro experimenta crescimento acima da média histórica e fortalece o uso de tecnologia, automação e novos critérios para eficiência operacional. Segundo estudos recentes, há foco forte na redução de desperdícios, adoção de soluções digitais e na busca por uma gestão mais estratégica, refletindo os aprendizados trazidos por feiras internacionais e a própria evolução do mercado (pesquisa ANR).

Quais são as 7 mudanças estratégicas?

As principais mudanças estratégicas que identificamos após a The Restaurant Show são: clareza sobre prioridades, redução de decisões impulsivas, foco em práticas validadas e não apenas em tendências, networking como rede ativa, gestão baseada em referências sólidas, ampliação do repertório gerencial e definição clara de direcionamento para crescimento e inovação.

Como aplicar essas mudanças no meu restaurante?

É possível aplicar essas mudanças começando por analisar a operação atual à luz das referências vistas na feira, testando novas soluções digitais (como as da Facity), criando processos para priorizar o que traz resultado imediato, filtrando tendências de forma realista e fortalecendo o networking com gestores que passaram por experiências parecidas.

Essas mudanças servem para pequenos negócios?

Sim, pequenos negócios podem, e devem, aplicar essas mudanças estratégicas. O importante é adaptar às proporções do negócio, priorizar o que faz sentido para o momento da empresa e contar com ferramentas que tragam resultados práticos desde o início.

Vale a pena investir em tecnologia no foodservice?

Vale muito. Tecnologia aplicada ao foodservice entrega mais agilidade, melhor controle financeiro e conecta o restaurante às tendências mais relevantes do setor. Ferramentas integradas, como as da Facity, tornam possível controlar pedidos, estoque, caixa e relatórios em tempo real, proporcionando maior segurança e suporte ao crescimento sustentável.

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